O retorno à Série B é realidade animadora, mas o futebol do sábado adverte para a necessidade urgente de reforços.Fonte Nova interditada, o time passou por Armando Oliveira e Jóia da Princesa, com público recorde de 13.996 pagantes – muito inferior ao registrado no Bahia 5x6 Vitória de 2007, quando 60 mil presenciaram o último clássico do Otávio Mangabeira.
Discrepância assustadora, porém, passível de análise. Somadas as 14 partidas como mandante no Baiano, o primeiro jogo em casa na Copa do Brasil e a estréia em Salvador na Série C 2007, o Bahia acumulou R$1.631.255,00.
O 2x0 sobre o ASA-AL no Brasileiro do ano passado teve portões fechados assim como o 1x1 com o Fortaleza e não entram no bolo do faturamento. As coincidências param por aí. O deságio 2008/2007 beira a casa de R$1 milhão.
Na atual temporada, o clube arrecadou apenas R$673.413,00 nos mesmos 16 jogos, mas a ausência do seu reduto não é o único motivo de queda tão vertiginosa. Para não se adequar imediatamente ao Novo Código Civil e obrigatoriamente instaurar eleições diretas para presidente, o Bahia optou por ficar de fora do programa Sua Nota é um Show. E também não vendeu partidas a prefeituras.